Pois é, assim como nas minhas ultimas postagens falei do Conservadorismo das Universidades, agora vejo batalhar pela educação a distância. Esta já é consolidada, a tecnologia para fazer ela acontecer já existe a mais de dez anos. O que emperra é o conservadorismo de nós educadores, ou medo de trabalhar mais, ou medo de sermos colocados fora do mercado convencional da educação.
Será que não podemos observar que os aprendizes estão notando nossos caderninhos amarelados? Nossos pedidos desesperados solicitando trabalhos impressos em papel?(pedaços de árvores, e ainda pedimos em aulas de Proteção ao ambiente!)
Olha, temos conversa, compartilhamento de programas, comunicação síncrona, assíncrona, e talvez então sejamos analfabetos tecnológicos?
Temos que nós preparar, sermos elementos multimídias, sermos objetos educacionais engajados num mundo conectados presencial e virtualmente.
Por isso, falo em tom alto e maiúscula: EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA NA ENGENHARIA JÁ!
terça-feira, 26 de agosto de 2008
quarta-feira, 9 de julho de 2008
As Universidades são Conservadoras?
Primeiro faço uma citação completa do livro do Luis Roberto de Camargo Ribeiro ( "Radiografia de uma aula em engenharia", São Carlos: EduUFScar, 2007, ISBN 978-85-7600-104-1), e que teve o prazer de conhecer numa mesa redonda sobre Ensino baseado em Problemas (PBL), lá vai ela:
"Por outro lado, é sabido que não só as universidades, mas as escolas em geral estão entre as instituições mais conservadoras, mantendo formas tradicionais de fazer as coisas mesmo diante de intensas pressões por mudanças. Ademais, acredita-se que esse conservadorismo se faça mais presente no setor público, já que essas instituições não tem motivação econômica e não precisam enfrentar concorrência, assim têm menos necessidade de se preocupar em melhorar os serviços que proporcionam"
E como ficamos? a Universidade privada quer vender títulos (os administradores delas!) e os alunos querem compra-los, e o Dirceu Antônio diz que os "Professores" São estão ai para dificultar a obtenção do título, e ainda tornar os aprendizes (poucos querem aprender hoje!) conservadores.
Pois é, e como fica o santuário de criação, a igreja do conhecimento à serviço da sociedade?
Imaginem agora, o estado das coisas nos cursos de engenharia????
E só termino esta breve e difícil situação com uma frase simples:
"Quando a ditadura se instala, a mediocridade corre solta e é elogiada. Conservadorismo as vezes é pior que uma ditadura, principalmente em educação."
"Por outro lado, é sabido que não só as universidades, mas as escolas em geral estão entre as instituições mais conservadoras, mantendo formas tradicionais de fazer as coisas mesmo diante de intensas pressões por mudanças. Ademais, acredita-se que esse conservadorismo se faça mais presente no setor público, já que essas instituições não tem motivação econômica e não precisam enfrentar concorrência, assim têm menos necessidade de se preocupar em melhorar os serviços que proporcionam"
E como ficamos? a Universidade privada quer vender títulos (os administradores delas!) e os alunos querem compra-los, e o Dirceu Antônio diz que os "Professores" São estão ai para dificultar a obtenção do título, e ainda tornar os aprendizes (poucos querem aprender hoje!) conservadores.
Pois é, e como fica o santuário de criação, a igreja do conhecimento à serviço da sociedade?
Imaginem agora, o estado das coisas nos cursos de engenharia????
E só termino esta breve e difícil situação com uma frase simples:
"Quando a ditadura se instala, a mediocridade corre solta e é elogiada. Conservadorismo as vezes é pior que uma ditadura, principalmente em educação."
domingo, 25 de maio de 2008
Metas para o futuro dos proximos dias!
Pois é, metas para o futuro dos próximos dias. Até porque são daquelas que podem ser alcançadas mais facilmente que outras.
Dentre delas, uma fica mais difícil, comer menos e me exercitar mais. as outras são relativamente mais fáceis, escrever o capítulo de um livro, três artigos para um congresso internacional, dois artigos para revistas internacionais, continuar a escrever dois livros em andamento, e outro que estou escrevendo junto com o meu amigo Walnório. Pois é, são metas para o futuro dos próximos dias. Agora já que futuros dias são para frente, e ninguém diz aqui, ou escreve aqui - mais certo né!- talvez possa saldar minhas metas mais cedo ou mais tarde.
A final de contas o que interessa é ter metas, amar a Tania Elizabeth (tenho que acabar com essa expressão de propriedade privada: "Minha esposa.."), e o filhos de nossa união ( também com essa propriedade de "Meus filhos..."), e continuar a procurar essas metas todos os dias.
Dentre delas, uma fica mais difícil, comer menos e me exercitar mais. as outras são relativamente mais fáceis, escrever o capítulo de um livro, três artigos para um congresso internacional, dois artigos para revistas internacionais, continuar a escrever dois livros em andamento, e outro que estou escrevendo junto com o meu amigo Walnório. Pois é, são metas para o futuro dos próximos dias. Agora já que futuros dias são para frente, e ninguém diz aqui, ou escreve aqui - mais certo né!- talvez possa saldar minhas metas mais cedo ou mais tarde.
A final de contas o que interessa é ter metas, amar a Tania Elizabeth (tenho que acabar com essa expressão de propriedade privada: "Minha esposa.."), e o filhos de nossa união ( também com essa propriedade de "Meus filhos..."), e continuar a procurar essas metas todos os dias.
sábado, 1 de março de 2008
Consultar na Biblioteca ainda tem utilidade em cursos de Engenharia?
Estamos em 2008, centenas de livros, artigos de revistas, apostilas, entre outros documentos, estão disponíveis na rede livremente ou ainda por subscrição de revistas. E ainda, os jornais on-line com seus suplementos dedicados a avanços científicos.
A velocidade da inovação hoje em dia é quase imediata, ou dito de outra maneira, inovar é constante diária da produção e serviços na sociedade. Então faço a pergunta chave deste crônica:
A biblioteca ainda tem utilidade em cursos de Engenharia?
A minha resposta é pessoal, embora acreditou que seja muito aceita e compartilhada. Com todos os dados e textos disponíveis na WEB, alguns que só avolumam os conteúdos e não fornecem nada de informação, é possível fazer, estudar, criar e inovar em engenharia.
Claro que nem todos os dados estão disponíveis para acesso, porém estamos falando do universo de documentos e ferramentas computacionais livres e com custo de uso.
Será que está chegando o fim das bibliotecas para os cursos de engenharias? será que vale a pena ter revistas em papel - é ser nada ecológico gastando árvores - quando elas até são lançadas de ante-mão (antes da data prevista!) na WEB. E os livros, hoje temos vários que além de terem anexos digitais, permitem comprar versões totalmente digitais!
Temos um desafio pela frente para que realmente a biblioteca apenas seja um fonte de consulta histórica - enquanto não digitalizar todas as obras existentes! - é ensinar aos profissionais de ontem e aqueles que estão se formando, a poder interpretar textos, a poder ler, a ter vocabulário suficiente para saber o que procurar.
Se não se sabe o que se procura, existe possibilidade de achar!?
A velocidade da inovação hoje em dia é quase imediata, ou dito de outra maneira, inovar é constante diária da produção e serviços na sociedade. Então faço a pergunta chave deste crônica:
A biblioteca ainda tem utilidade em cursos de Engenharia?
A minha resposta é pessoal, embora acreditou que seja muito aceita e compartilhada. Com todos os dados e textos disponíveis na WEB, alguns que só avolumam os conteúdos e não fornecem nada de informação, é possível fazer, estudar, criar e inovar em engenharia.
Claro que nem todos os dados estão disponíveis para acesso, porém estamos falando do universo de documentos e ferramentas computacionais livres e com custo de uso.
Será que está chegando o fim das bibliotecas para os cursos de engenharias? será que vale a pena ter revistas em papel - é ser nada ecológico gastando árvores - quando elas até são lançadas de ante-mão (antes da data prevista!) na WEB. E os livros, hoje temos vários que além de terem anexos digitais, permitem comprar versões totalmente digitais!
Temos um desafio pela frente para que realmente a biblioteca apenas seja um fonte de consulta histórica - enquanto não digitalizar todas as obras existentes! - é ensinar aos profissionais de ontem e aqueles que estão se formando, a poder interpretar textos, a poder ler, a ter vocabulário suficiente para saber o que procurar.
Se não se sabe o que se procura, existe possibilidade de achar!?
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Novidades de final de Fevereiro
Estou aqui de novo, após um longo período de férias ou quase. Bom inicio de ano recebi aprovação de um artigo na Revista DAVINCI, outro na Revista Construção Metálica e ainda estou lançando meu livro :"Dimensionamento de Simplificado de Fôrmas de Madeira para Concreto Armado". Parece que o ano promete!
Ainda estou a espera da aprovação da NBR 8800, porém acreditou que deva ser aprovada em maio ou junho de 2008. Quem sabe na CONSTRUMETAL 2008 estejamos dando alguma palestra sobre o assunto.
Ah! meus filhos, um iniciou a quinta série ( sexto ano dos nove anos que eu ainda não entendi bem!)
Zack, e o meu baixinho miserável entrou no primeiro ano dos nove de educação básica. Legal, pelo menos estão no caminho da aprendizagem.
Aulas, muitas, é parece que só tende a crescer o número de aulas que vou ter que ministrar no futuro.
Ainda estou a espera da aprovação da NBR 8800, porém acreditou que deva ser aprovada em maio ou junho de 2008. Quem sabe na CONSTRUMETAL 2008 estejamos dando alguma palestra sobre o assunto.
Ah! meus filhos, um iniciou a quinta série ( sexto ano dos nove anos que eu ainda não entendi bem!)
Zack, e o meu baixinho miserável entrou no primeiro ano dos nove de educação básica. Legal, pelo menos estão no caminho da aprendizagem.
Aulas, muitas, é parece que só tende a crescer o número de aulas que vou ter que ministrar no futuro.
terça-feira, 20 de novembro de 2007
Bagunça de Idéias
As vezes muitas idéias chegam ao mesmo tempo, algumas grandes, por isso as denominou de "idiotas" - idéias grandes!.
Dessas, a que mais gostei é da teoria do simples, tudo o que funciona na natureza é simples, se criar uma nova invenção, para ser uma criação natural, tem que ser simples.
Neste sábado alunos - aprendizes, gosto mais desse termo - irão brincar de gincana, antes que tudo diversão, porém quero ver as "idiotas" deles para brincar de duas provas:
A - Construir carrinhos de lomba;
B - Construir um pedalinho com garrafas PET;
Os desafios tem se mostrado muito interessantes par desenvolver o gosto pela aprendizagem.
As primeiras idéias pode ser achar com o Tio Goo, ele sabe muita besteira, mais escutando bem, pode se obter alguma informação útil.
Simples, direto e gerador de objeto de grande "Idiota".
Dessas, a que mais gostei é da teoria do simples, tudo o que funciona na natureza é simples, se criar uma nova invenção, para ser uma criação natural, tem que ser simples.
Neste sábado alunos - aprendizes, gosto mais desse termo - irão brincar de gincana, antes que tudo diversão, porém quero ver as "idiotas" deles para brincar de duas provas:
A - Construir carrinhos de lomba;
B - Construir um pedalinho com garrafas PET;
Os desafios tem se mostrado muito interessantes par desenvolver o gosto pela aprendizagem.
As primeiras idéias pode ser achar com o Tio Goo, ele sabe muita besteira, mais escutando bem, pode se obter alguma informação útil.
Simples, direto e gerador de objeto de grande "Idiota".
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Engenharia e Arquitetura: Papel e Lápis ou computador?
Agora que tenho mais de três anos que não recebo trabalhos em papel nas disciplinas que lecionou nos cursos de engenharia civil e mecânica, e na arquitetura. Aliás, apenas numa disciplina tenho que fazer provas ainda em papel, porém, é papel reciclado, é que tenho base teórica e experiência própria para falar sobre papel e lápis na Engenharia e na Arquitetura.
Há uma luta profunda pela criação digital, professores de arquitetura ainda acham que precisa se criar ao estilo dos grandes mestres da arquitetura, como Niemeyer, lápis no papel! Miemeyer tem esse direito, ele é uma grande figura (admiro ele pessoalmente!), porém é da geração analógica. Estamos a muito tempo na era digital, porque ainda devemos prestigiar a criação analógica???
Ou estamos perante uma quebra de paradigma??? quem deve quebrar? os educadores? os profissionais já equipados com conhecimento analógico?
Hoje e agora, ter uma prancheta digital é de baixo custo, só temos que aprender a escrever com o lápis digital, temos que reescrever a nossa elaborada rotina, não mais no papel!
Nem devo falar que existem ferramentas que permitem criar croquis "Sketchups" de qualquer coisa, mecanismos! construções! estruturas!, é de uso livre! então porque alguns educadores resistimos a esses objetos digitais!
É a mesma conversa dos professores de física e matemática, áreas muito importantes e fundamentais para a criação de um engenheiro inovador e gerador de emprego, conversa esta que versa se deve-se ainda fazer álgebra manual ou digital! eu usaria a digital, porém mostraria para que serve, com se fundamenta, e que interessante é! ( antes de tudo lembrou que tem de se gostar realmente de algo para repassar esse algo para outra pessoa!).
Então será que nós os educadores é que estamos muito analógicos e temos que rever nossos métodos, nossas próprias costumes? Qual o erro, qual o pecado de criar digitalmente? como comprovar a autoria, esse é um problema analógico e passará a ser um problema digital também.
Se vamos fazer ecologia, vamos parar de usar papel, vamos aprender a ler nas telas de nossos computadores, vamos aprender a educar no conhecimento usando Sketchup,s, SciLab, isto é, ferramentas ou objetos digitais. E vamos deixar o papel para a nobre arte de limpar o resto de nossos alimentos não mais aproveitados pelo corpo de nosso sistema analógico.
Há uma luta profunda pela criação digital, professores de arquitetura ainda acham que precisa se criar ao estilo dos grandes mestres da arquitetura, como Niemeyer, lápis no papel! Miemeyer tem esse direito, ele é uma grande figura (admiro ele pessoalmente!), porém é da geração analógica. Estamos a muito tempo na era digital, porque ainda devemos prestigiar a criação analógica???
Ou estamos perante uma quebra de paradigma??? quem deve quebrar? os educadores? os profissionais já equipados com conhecimento analógico?
Hoje e agora, ter uma prancheta digital é de baixo custo, só temos que aprender a escrever com o lápis digital, temos que reescrever a nossa elaborada rotina, não mais no papel!
Nem devo falar que existem ferramentas que permitem criar croquis "Sketchups" de qualquer coisa, mecanismos! construções! estruturas!, é de uso livre! então porque alguns educadores resistimos a esses objetos digitais!
É a mesma conversa dos professores de física e matemática, áreas muito importantes e fundamentais para a criação de um engenheiro inovador e gerador de emprego, conversa esta que versa se deve-se ainda fazer álgebra manual ou digital! eu usaria a digital, porém mostraria para que serve, com se fundamenta, e que interessante é! ( antes de tudo lembrou que tem de se gostar realmente de algo para repassar esse algo para outra pessoa!).
Então será que nós os educadores é que estamos muito analógicos e temos que rever nossos métodos, nossas próprias costumes? Qual o erro, qual o pecado de criar digitalmente? como comprovar a autoria, esse é um problema analógico e passará a ser um problema digital também.
Se vamos fazer ecologia, vamos parar de usar papel, vamos aprender a ler nas telas de nossos computadores, vamos aprender a educar no conhecimento usando Sketchup,s, SciLab, isto é, ferramentas ou objetos digitais. E vamos deixar o papel para a nobre arte de limpar o resto de nossos alimentos não mais aproveitados pelo corpo de nosso sistema analógico.
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