As vezes muitas idéias chegam ao mesmo tempo, algumas grandes, por isso as denominou de "idiotas" - idéias grandes!.
Dessas, a que mais gostei é da teoria do simples, tudo o que funciona na natureza é simples, se criar uma nova invenção, para ser uma criação natural, tem que ser simples.
Neste sábado alunos - aprendizes, gosto mais desse termo - irão brincar de gincana, antes que tudo diversão, porém quero ver as "idiotas" deles para brincar de duas provas:
A - Construir carrinhos de lomba;
B - Construir um pedalinho com garrafas PET;
Os desafios tem se mostrado muito interessantes par desenvolver o gosto pela aprendizagem.
As primeiras idéias pode ser achar com o Tio Goo, ele sabe muita besteira, mais escutando bem, pode se obter alguma informação útil.
Simples, direto e gerador de objeto de grande "Idiota".
terça-feira, 20 de novembro de 2007
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Engenharia e Arquitetura: Papel e Lápis ou computador?
Agora que tenho mais de três anos que não recebo trabalhos em papel nas disciplinas que lecionou nos cursos de engenharia civil e mecânica, e na arquitetura. Aliás, apenas numa disciplina tenho que fazer provas ainda em papel, porém, é papel reciclado, é que tenho base teórica e experiência própria para falar sobre papel e lápis na Engenharia e na Arquitetura.
Há uma luta profunda pela criação digital, professores de arquitetura ainda acham que precisa se criar ao estilo dos grandes mestres da arquitetura, como Niemeyer, lápis no papel! Miemeyer tem esse direito, ele é uma grande figura (admiro ele pessoalmente!), porém é da geração analógica. Estamos a muito tempo na era digital, porque ainda devemos prestigiar a criação analógica???
Ou estamos perante uma quebra de paradigma??? quem deve quebrar? os educadores? os profissionais já equipados com conhecimento analógico?
Hoje e agora, ter uma prancheta digital é de baixo custo, só temos que aprender a escrever com o lápis digital, temos que reescrever a nossa elaborada rotina, não mais no papel!
Nem devo falar que existem ferramentas que permitem criar croquis "Sketchups" de qualquer coisa, mecanismos! construções! estruturas!, é de uso livre! então porque alguns educadores resistimos a esses objetos digitais!
É a mesma conversa dos professores de física e matemática, áreas muito importantes e fundamentais para a criação de um engenheiro inovador e gerador de emprego, conversa esta que versa se deve-se ainda fazer álgebra manual ou digital! eu usaria a digital, porém mostraria para que serve, com se fundamenta, e que interessante é! ( antes de tudo lembrou que tem de se gostar realmente de algo para repassar esse algo para outra pessoa!).
Então será que nós os educadores é que estamos muito analógicos e temos que rever nossos métodos, nossas próprias costumes? Qual o erro, qual o pecado de criar digitalmente? como comprovar a autoria, esse é um problema analógico e passará a ser um problema digital também.
Se vamos fazer ecologia, vamos parar de usar papel, vamos aprender a ler nas telas de nossos computadores, vamos aprender a educar no conhecimento usando Sketchup,s, SciLab, isto é, ferramentas ou objetos digitais. E vamos deixar o papel para a nobre arte de limpar o resto de nossos alimentos não mais aproveitados pelo corpo de nosso sistema analógico.
Há uma luta profunda pela criação digital, professores de arquitetura ainda acham que precisa se criar ao estilo dos grandes mestres da arquitetura, como Niemeyer, lápis no papel! Miemeyer tem esse direito, ele é uma grande figura (admiro ele pessoalmente!), porém é da geração analógica. Estamos a muito tempo na era digital, porque ainda devemos prestigiar a criação analógica???
Ou estamos perante uma quebra de paradigma??? quem deve quebrar? os educadores? os profissionais já equipados com conhecimento analógico?
Hoje e agora, ter uma prancheta digital é de baixo custo, só temos que aprender a escrever com o lápis digital, temos que reescrever a nossa elaborada rotina, não mais no papel!
Nem devo falar que existem ferramentas que permitem criar croquis "Sketchups" de qualquer coisa, mecanismos! construções! estruturas!, é de uso livre! então porque alguns educadores resistimos a esses objetos digitais!
É a mesma conversa dos professores de física e matemática, áreas muito importantes e fundamentais para a criação de um engenheiro inovador e gerador de emprego, conversa esta que versa se deve-se ainda fazer álgebra manual ou digital! eu usaria a digital, porém mostraria para que serve, com se fundamenta, e que interessante é! ( antes de tudo lembrou que tem de se gostar realmente de algo para repassar esse algo para outra pessoa!).
Então será que nós os educadores é que estamos muito analógicos e temos que rever nossos métodos, nossas próprias costumes? Qual o erro, qual o pecado de criar digitalmente? como comprovar a autoria, esse é um problema analógico e passará a ser um problema digital também.
Se vamos fazer ecologia, vamos parar de usar papel, vamos aprender a ler nas telas de nossos computadores, vamos aprender a educar no conhecimento usando Sketchup,s, SciLab, isto é, ferramentas ou objetos digitais. E vamos deixar o papel para a nobre arte de limpar o resto de nossos alimentos não mais aproveitados pelo corpo de nosso sistema analógico.
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Sobre A NBR 8800
Hoje dia 2 de outubro teve uma reunião muito importante para o futuro do dimensionamento de estruturas metálicas no Brasil. Após ampla maioria discutindo e uma votação quase unánime, fiocu decidido que a NBR 880o não mais baseará seu dimensionamento em diversas curvas, tal como o Eurocode o faz, e passará a usar uma única equivalente baseada no AISC 360:05.
Pessoalmente achou que foi uma vitória da construção metálica brasileira, dos projetistas do dia-a-dia, e da facilidade que traz para o ensino. Além disso os esforços devem ser enfocados à correta aplicação da análise estrutural. Diferenças de seção que podiam chegar até mais de 20%, entre usar várias curvas e a unica curva do AISC, desaparecem, isto permite que os projetos brasileiros possam competir e nível de igualdade com as Normas de outros países.
Pessoalmente achou que foi uma vitória da construção metálica brasileira, dos projetistas do dia-a-dia, e da facilidade que traz para o ensino. Além disso os esforços devem ser enfocados à correta aplicação da análise estrutural. Diferenças de seção que podiam chegar até mais de 20%, entre usar várias curvas e a unica curva do AISC, desaparecem, isto permite que os projetos brasileiros possam competir e nível de igualdade com as Normas de outros países.
sábado, 20 de outubro de 2007
Curso sobre a NBR 8800 e idéias várias
Muito bem, hoje terminei um curso sobre a nova NBR 8800. Foram quinze engenheiros mecânicos e civis. No meu parecer, achou que atingi 80 das minhas metas, pois meu grande objetivo era deixar simples a explicação da norma, fazendo com que pareça fácil e seja fácil usa-la.
Eu acho que precisamos mais procurar as empresas para transferir conhecimento, tecnologia,e ainda ganhar tecnologia deles, tem que ser um simbiose perfeita.
eu gostaria de fazer um estágio de 15 dias numa empresa de estrutura metálica durante as minhas férias, para viver o dia-a-dia da produção, do detalhe, do projeto, da organização, e quem sabe até poder ajudar a empresa. O mais difícil é descobrir se a minha esposa vai gostar de perder minhas férias nessa atividade.
Sou da idéia que todos os professores de qualquer área deveriam ter estágios profissionais, pelo menos cada dois anos, com o objetivo de não perder a perspectiva e a conjuntura entre a teoria e a prática.
Mais gostei desse grupo de aprendizes, alguns velhos conhecidos, Gilnei, Rodrigo, a Margarete, e outros que são bem vindos a lista dos amigos que espero ter feito.
Objetos e pessoas, em diferença. Conhecimento em objetos, em gotas em quedas de água.
Eu acho que precisamos mais procurar as empresas para transferir conhecimento, tecnologia,e ainda ganhar tecnologia deles, tem que ser um simbiose perfeita.
eu gostaria de fazer um estágio de 15 dias numa empresa de estrutura metálica durante as minhas férias, para viver o dia-a-dia da produção, do detalhe, do projeto, da organização, e quem sabe até poder ajudar a empresa. O mais difícil é descobrir se a minha esposa vai gostar de perder minhas férias nessa atividade.
Sou da idéia que todos os professores de qualquer área deveriam ter estágios profissionais, pelo menos cada dois anos, com o objetivo de não perder a perspectiva e a conjuntura entre a teoria e a prática.
Mais gostei desse grupo de aprendizes, alguns velhos conhecidos, Gilnei, Rodrigo, a Margarete, e outros que são bem vindos a lista dos amigos que espero ter feito.
Objetos e pessoas, em diferença. Conhecimento em objetos, em gotas em quedas de água.
terça-feira, 9 de outubro de 2007
Educação a distância na engenharia
Apenas minha opinião pessoal: ela deveria ser a base da educação continuada, e deveria já ser uma prática em muitas áreas do conhecimento.
Lembre-se que o aprender é do próprio sujeito, o "professor" tem que facilitar para que cada sujeito aprenda por si. Então a educação a distância não tem limites.
Lembre-se que o aprender é do próprio sujeito, o "professor" tem que facilitar para que cada sujeito aprenda por si. Então a educação a distância não tem limites.
New Phrases!
"Scientists discover the world that exists. Engineers create the world that never was"
Dr. Theodor Von Karman
Dr. Theodor Von Karman
Discussão sobre a base de OOLE!
Continuando com a idéia do OOLE!:
Como configurar os cursos, por semestres, por anos, por séries. Eu diria que o avanço daria-se em função dos objetos já adquiridos de conhecimento, e ainda todo semestre ou ano calendário, demandaria uma integração de objetos, uma comunicação entre eles. Na verdade como é que nós continuamos a usar engenharia e computação de maneira fragmentada? na realidade os objetos são associações, que se comunicam e interagem.
Definir disciplinas, não!, definir competências e habilidades a serem atingidas, de modo que vários professores coordenariam sessão de transmissão do conhecimento, e poderiam complementar os objetos necessários a construção de uma funcionalidade.
Vejamos dois exemplos:
Temos disciplinas de materiais, e temos disciplinas de projeto em que estudamos os sistemas de conjunto, porque não vamos estudando o projeto e de acordo com a necessidade de conhecimento requeremos um especialista em materiais para definir escolhas e reconhecer os aspectos necessários a definição do correto funcionamento.
Projeto de Estruturas metálicas: dois semestres, 6 horas por semana. Inicia o processo definindo que os aprendizes devam ser preparados para escolher os tipos de materiais, a configuração do sistema, analisar o sistema com os diferentes carregamentos, para isso primeiro temos uma visão geral do sistema. Começamos depois atingir os objetos sobre materiais, métodos de construção, porém sem perder de vista que o objetivo final é criar um projeto que tenha uma vida útil e desempenho adequado.
Alguns problemas a vista, o corporativismo, a propriedade de uma ou outra disciplina pode atrapalhar qualquer tentativa de pensar em educação orientada a objetos.
Observe-se, hoje se aprende com informações de n! fontes, saber escolher as fontes adequadas, reduz em muito esse numero de fontes eu diria (n/3)!, além disso parte de essas informações nem são necessárias a nossas metas.
A interligação entre o conhecimento dos objetos e suas propriedades, deve ser enfatizado, ou seja após "passar" esse objeto o usuário deve ser capaz de reusar e derivar novas propriedades dele, ou funções.
Como configurar os cursos, por semestres, por anos, por séries. Eu diria que o avanço daria-se em função dos objetos já adquiridos de conhecimento, e ainda todo semestre ou ano calendário, demandaria uma integração de objetos, uma comunicação entre eles. Na verdade como é que nós continuamos a usar engenharia e computação de maneira fragmentada? na realidade os objetos são associações, que se comunicam e interagem.
Definir disciplinas, não!, definir competências e habilidades a serem atingidas, de modo que vários professores coordenariam sessão de transmissão do conhecimento, e poderiam complementar os objetos necessários a construção de uma funcionalidade.
Vejamos dois exemplos:
Temos disciplinas de materiais, e temos disciplinas de projeto em que estudamos os sistemas de conjunto, porque não vamos estudando o projeto e de acordo com a necessidade de conhecimento requeremos um especialista em materiais para definir escolhas e reconhecer os aspectos necessários a definição do correto funcionamento.
Projeto de Estruturas metálicas: dois semestres, 6 horas por semana. Inicia o processo definindo que os aprendizes devam ser preparados para escolher os tipos de materiais, a configuração do sistema, analisar o sistema com os diferentes carregamentos, para isso primeiro temos uma visão geral do sistema. Começamos depois atingir os objetos sobre materiais, métodos de construção, porém sem perder de vista que o objetivo final é criar um projeto que tenha uma vida útil e desempenho adequado.
Alguns problemas a vista, o corporativismo, a propriedade de uma ou outra disciplina pode atrapalhar qualquer tentativa de pensar em educação orientada a objetos.
Observe-se, hoje se aprende com informações de n! fontes, saber escolher as fontes adequadas, reduz em muito esse numero de fontes eu diria (n/3)!, além disso parte de essas informações nem são necessárias a nossas metas.
A interligação entre o conhecimento dos objetos e suas propriedades, deve ser enfatizado, ou seja após "passar" esse objeto o usuário deve ser capaz de reusar e derivar novas propriedades dele, ou funções.
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